Mesmo após o fim da Segunda Guerra, ainda vemos vemos relatos que são de quebrar o coração. Muitos de nós não eramos vivos na época, mas com a internet, livros e histórias contadas por pessoas e suas experiências podemos saber um pouco de tudo o que aconteceu. Vários escritores utilizam a Segunda Guerra para escrever livros e trazer uma recordação desse período. Então hoje trago cinco livros desses livros pra quem está interessado. Vem!

  • Os Óculos de Heidegger, de Thaisa Frank.

 “A Operação Postal foi um programa nazista que obrigava os judeus enviados aos campos de concentração a escreverem cartas aos familiares ainda livres. Em Os óculos de Heidegger, o destino dessa correspondência é um bunker secreto, chamado de Complexo dos Escribas, onde um grupo de intelectuais é orientado a responder às cartas dos familiares desses prisioneiros. O objetivo da operação era, por um lado, manter um registro da correspondência trocada no período e, por outro, garantir um sobrenatural plano de segurança: evitar que os espíritos dos mortos dedurassem a Solução Final nazista.

Certo dia, uma tarefa é passada pelo próprio Goebbels: responder a uma carta do filósofo Martin Heidegger para seu amigo e oculista Asher Englehardt, prisioneiro de Auschwitz. Por suspeitarem que a correspondência contenha algum tipo de mensagem cifrada capaz de desmantelar os planos do Terceiro Reich, os escribas e seus líderes se veem às voltas com o desafio de responder ao filósofo de uma forma que desencoraje uma nova troca de cartas e garanta a permanência tranquila dos confinados no local.”

O livro foi publicado no Brasil em 2013 pela Editora Intrínseca. Adicione no Skoob.

  • Uma Mulher em Berlim, de Anônima.

 

 “História das mulheres alemãs que foram resgatadas por soldados soviéticos durante a 2a. Guerra e foram vítimas de abusos e violações cometidos por seus salvadores.”

O livro foi publicado no Brasil em 2008 pela Editora Record. Adicione no Skoob.

 

 

 

 

 

  • A Guerra que Salvou a Minha Vida, de Kimberly Bradley.

 “A Guerra que Salvou a Minha Vida é um daqueles romances que você lê com um nó no peito, sorrisos no rosto e – entre um parágrafo e outro – lagrimas nos olhos. Uma obra sobre as muitas batalhas que precisamos vencer para conquistar nosso lugar no mundo. Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular – coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um “pé torto” como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando. Os possíveis bombardeios de Hitler são a oportunidade perfeita para Ada e o caçula Jamie deixarem Londres e partirem para o interior, em busca de uma vida melhor. 

Combinando a ternura de Em Algum Lugar Nas Estrelas, outro título da coleção DarkLove, com a realidade angustiante de O Diário de Anne Frank, A Guerra que Salvou a Minha Vida apresenta uma perspectiva da Segunda Guerra Mundial vista pelos olhos de uma menina que se transforma em refugiada no seu próprio país. Mais uma oportunidade perfeita para emocionar corações de todas as idades e relembrar os valores do companheirismo e da amizade em todos os momentos da nossa vida. Vencedor do Newbery Honor Award, primeiro lugar na lista dos mais vendidos do New York Times e adotado em diversas escolas nos Estados Unidos. “

O livro foi publicado no Brasil em 2017 pela Editora Darkside Books. Adicione no Skoob.

  • Maus: a história de um sobrevivente, de Art Spiegelman.

 “Maus (‘rato’, em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Foi publicado em duas partes, a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de literatura.
A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas – história, literatura, artes e psicologia. Em nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume.
Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto.
Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo dos quadrinhos e um relato histórico de valor inestimável.” 

O livro foi publicado no Brasil em 2005 pelo grupo Companhia das Letras. Adicione no Skoob.

  • O Último Dia de Nossos Pais, de Joël Dicker.

 “Após a frustração de ter tido o Exército britânico encurralado em Dunquerque, Winston Churchill tem uma ideia capaz de mudar o curso da guerra: a criação de uma nova seção do serviço secreto britânico, a SOE (Executiva de Operações Especiais), responsável por conduzir ações de sabotagem e se infiltrar nas linhas inimigas. Algo jamais feito na história.
Na esperança de se juntar à Resistência, o jovem Paul-Émile deixa Paris e vai para Londres. Logo recrutado pela SOE, ele se integra a um grupo de franceses que se tornam seus companheiros de coração e de armas. Passando por formações e treinamentos intensos nos quatro cantos da Inglaterra, os selecionados voltarão para a França ocupada para contribuir na resistência. Mas a espionagem alemã está alerta…
A existência da SOE por muito tempo foi mantida em segredo. Várias décadas após o fim das atrocidades da Segunda Guerra, Os últimos dias de nossos pais é um dos primeiros romances a abordar sua criação e a relembrar as verdadeiras relações entre a Resistência e a Inglaterra de Churchill. Dicker constrói um livro sobre amor, amizade e medo, com uma profunda reflexão sobre o ser humano e suas fraquezas.”

O livro foi publicado no Brasil em 2015 pela Editora Intrínseca. Adicione no Skoob.

About The Author

Às vezes gosta de romance, as vezes não. Às vezes gosta de drama, às vezes não. Às vezes eclética, às vezes não. Não sou bipolar... às vezes. Bianca, sóbria a 19 anos. Viva a 18 anos. Admiradora de tudo o que parece mais não é, e futura alguma-coisa-da-vida. Adoro ler e principalmente ver as obras que eu gosto entrando no meio cinematográfico, por isso estou formando grupos rebeldes para atacar quem não sabe escolher personagens e muda a história na sua adaptação. Entre em contato: vamos-matar-quem-não-sabe-fazer@rebelião.com Viciada em filmes e séries, gosto de ter livros de capas bonitas mesmo que o enredo não seja bom e enlouqueço quando alguma personagem de qualquer história é uma garota badass. Eu deveria estar estudando.

Related Posts